Mudanças e reformas, por natureza, são situações que precisam de planejamento e organização. Por gerar entulho, resíduos e poeira difíceis de remover, essa etapa não pode ser subestimada, já que é mais trabalhosa do que limpeza do dia a dia e exige cuidados e produtos específicos. Por isso, é essencial montar um cronograma, separar os produtos adequados e, se necessário, contar com a ajuda de um profissional especializado.

Limpeza pós-obra | Créditos: Blog Triider

Pensando nisso, o Triider, plataforma de serviços gerais que oferece mais de 80 opções no país, desde pequenos a maiores reparos, entre eles faxina, frete, instalação e manutenção de móveis e pintura, reuniu 6 dicas para realizar a limpeza de maneira mais ágil e eficaz.

Limpeza pós-obra | Créditos: Blog Triider

• Remoção do excesso de lixo

Quando se trata de obras e construção, é impossível manter o local limpo e livre de entulhos com a obra em andamento. Mas, isso não significa que a sujeira tem que ser acumulada. Pelo contrário: quanto mais organizado estiver o local, mais fácil será realizar a faxina ao final dos trabalhos.

Por isso, a primeira coisa a se fazer é definir um lugar específico para depositar os resíduos após cada dia de serviço, orientando os pedreiros a manterem o canteiro de reformas minimamente organizado. Isso vai evitar o acúmulo de montinhos de entulho em cada cômodo, liberando espaço e agilizando a higienização do local.

• Divisão por cômodos

A palavra-chave é planejamento: não dá para começar a jogar água em tudo assim que o pedreiro for embora. Antes, é preciso definir as prioridades conforme cada cômodo da casa, evitando que cansaço e acúmulo de funções.

Sem falar que, deixar a faxina de um cômodo para o dia seguinte pode significar ter áreas inutilizadas da casa, como um banheiro. Por isso, a melhor dica é fazer um cronograma para e limpar um cômodo de cada vez. Outras dicas que podem ajudar na tarefa:

• Recolher todo o lixo e ferramentas espalhadas pela casa;

• Retirar tudo o que for possível para abrir espaço, como móveis e objetos;

• Começar pela área mais afastada até a entrada da casa;

• Limpar de cima para baixo – ou seja, teto, paredes e chão;

• Utilizar luvas e máscaras de proteção durante todo o serviço;

• Começando pela sujeira grossa

A dica básica é começar pelo grosso. Não adianta perder tempo tirando a poeira dos móveis se as portas e as janelas ainda estão sujas, por exemplo.

Então, o ideal é fazer a limpeza seca primeiro, removendo toda a sujeira grossa – como resquícios de gesso, cimento, tinta e outros materiais utilizados no acabamento. Depois, um aspirador pode ajudar a tirar o excesso de poeira. Só então entra a água para retirar os resíduos finos, lavar vidros, bancadas, pisos, louças sanitárias etc.

• Proteção de instalações e acabamentos

Tomadas e interruptores devem ficar longe da água, assim como móveis de madeira. Isso significa que, na hora de fazer a higienização pós-obra, é imprescindível proteger as instalações da casa para não danificar os acabamentos. Fora que, mesmo acidentalmente, se o acabamento do gesso for molhado, a bagunça é grande.

É por isso que não dá para começar a atividade enquanto os profissionais ainda estão finalizando as instalações. Inclusive, esse é um erro muito comum em reformas e construções. As pessoas acham que estão agilizando a faxina, quando, na verdade, estão correndo o risco de danificar os acabamentos e, pior, atrasar os reparos e gerar retrabalho.

Para evitar estragos, o momento de começar a faxina é quando a casa estiver, de fato, finalizada. Nessa hora, lonas e papelão podem ser utilizados para proteger as instalações e os móveis que já estiverem na residência e, só então, o uso da água e sabão estará liberado.

• Os produtos adequados

Fazer esse tipo de limpeza é muito mais complexo do que realizar aquela do dia a dia. Afinal, esse tipo de sujeira é mais difícil de retirar. Em muitos casos, será preciso recorrer a produtos específicos, indicados para a remoção de diferentes tipos de resíduos.

É essencial seguir corretamente as instruções da embalagem, pois essa é a única garantia de que a higienização pesada não vai danificar o acabamento. Os porcelanatos, por exemplo, devem ser limpos somente com água e detergente neutro, pois têm a superfície mais delicada. Nos rejuntes, soluções caseiras, como vinagre branco ou bicarbonato de sódio, podem ser mais eficientes.

Os vidros também podem receber produtos específicos, como os tradicionais limpa-vidros dos mercados. Mas, esse tipo de produto é indicado apenas para finalizar o processo, pois a sujeira grossa somente é retirada ao lavar a superfície com água e sabão. Para respingos de tinta, o ideal é utilizar solventes recomendados pelo fabricante.

• Busca de profissionais especializados:

Por último, mas não menos importante: o ideal é contratar um profissional especializado em limpeza pós-obra, que saberá ao certo que tipo de produto utilizar em cada caso.

O Triider adquiriu a aquisição da operação brasileira do aplicativo Habitissimo, empresa espanhola de grandes reformas. Os serviços oferecidos pelas empresas se complementam e, por meio da aquisição, os consumidores têm acesso a todos os tipos de serviços de obras e reformas: desde pintor, eletricista, cuidados de rede elétrica e hidráulica, até mudanças, instalação e manutenção de painéis de energia solar, entre outros. O serviço de limpeza pós-obra pode ser contratado por meio da plataforma do Habitissimo. Com a fusão, o Triider passa a ter a maior operação do setor de reformas e manutenções do país.

Fonte: Da Redação/Assessoria/Triider