Com o verão e a estação chuvosa chegando, é preciso ficarmos atentos aos efeitos causados pelo excesso de água e umidade. A presença de umidade pode gerar grande impacto estético ao imóvel e, consequentemente, uma depreciação no seu valor. Pior do que isso, pode trazer prejuízo à saúde dos moradores. Ainda entre as implicações da umidade está a degradação de estruturas, revestimentos ou móveis.

Segundo pesquisas de mercado, os problemas na construção civil causados por umidade são responsáveis por boa parte das manifestações patológicas encontradas em edificações. “Para evitar problemas futuros, o correto é se preocupar com a impermeabilização já na fase de construção da obra”, ressalta Simone Soares, Gerente de Vendas Segmento Varejo da DRYKO Impermeabilizantes.

Estudos realizados na área indicam que é mais aconselhável fazer a impermeabilização do imóvel na fase da construção do que adotar, posteriormente, soluções paliativas. E os números comprovam: os custos com impermeabilização previstos em uma obra residencial correspondem a cerca de 1% a 3% do orçamento total, enquanto os gastos decorrentes da má impermeabilização, ou de sua ausência, podem superar os 10%.

Apesar disso, vale destacar que a prática da impermeabilização ainda não é um hábito entre os brasileiros, que não têm a cultura de evitar problemas construtivos e sim de procurar solucionar os efeitos, que aparecem, principalmente, na estação chuvosa. Este comportamento, entretanto, pode trazer não apenas gastos desnecessários, como riscos à vida das pessoas, causados por problemas estruturais nas edificações; ou problemas de saúde, em especial respiratórios.

Uma prática indispensável

Os problemas causados pela falta de impermeabilização são inúmeros, incluindo surgimento de manchas, bolhas, mofos, destacamento do revestimento, infiltração de água, escurecimento de rejuntes, ocorrência de trincas e goteiras, chegando até a condenação da estrutura da edificação. Isso porque as fissuras e trincas causam infiltração de água e gases agressivos ao concreto, gerando problemas como corrosão de armaduras que, por sua vez, provocam maiores trincas, agravando a situação da estrutura do concreto, por exemplo.

Para identificar quais os problemas existentes e definir corretamente qual o produto mais indicado para cada necessidade, importante destacar a importância da avaliação ser feita por um profissional habilitado. “A aplicação de produtos com qualidade reconhecida e que atendam as normas técnicas existentes é fundamental para se obter um resultado satisfatório”, destaca Simone.

O profissional responsável pela aplicação do produto também deve ter conhecimento técnico para tal atividade, desde o preparo da superfície até a aplicação do material. Além disso, é indicado realizar uma verificação periódica das superfícies para que, ao primeiro sinal de problema, seja providenciada a manutenção das mesmas, evitando que os efeitos se tornem mais graves.

Medidas práticas para evitar problemas:

1. Projetos bem executados, que incluam a impermeabilização no início da obra;

2. Uso de produtos adequados, que atendam às normas técnicas vigentes;

3. Impermeabilização realizada por profissional habilitado;

4. Avaliação aos primeiros sinais de problemas, como infiltração, fissuras progressivas ou trincas;

5. Manutenções preventivas, sempre que necessário;

6. Uso adequado da edificação, respeitando projeto de construção.

DRYKO Impermeabilizantes

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Fonte: Da Redação/Assessoria/Dryko