A LEROY MERLIN, uma das maiores redes de varejo do Brasil focada em soluções para casa, acaba de lançar o Projeto Origens, voltado para a valorização e representação da arte e do artesanato brasileiro decorativo, por meio de um trabalho dedicado e detalhado de curadoria para a comercialização de objetos autênticos e carregados de história e identidade nacionais.

Confira alguns dos produtos do projeto que já estão disponíveis para compra no marketplace da LEROY MERLIN:

O trabalho é realizado em parceria com pequenos artesãos e artistas populares de vários cantos do Brasil, fomentando a cadeia produtiva, a manutenção de culturas tradicionais, o empoderamento feminino, a sustentabilidade e a geração de renda de muitas comunidades brasileiras produtoras de arte. Ao todo já são mais de 300 itens decorativos, entre vasos de cerâmica, cestarias, objetos decorativos, entre outros, à venda com exclusividade no e-commerce da empresa.

Incubadora de iniciativas

O Projeto Origens nasceu de uma parceria entre as áreas de Inovação e Desenvolvimento Responsável da LEROY MERLIN. A ideia foi criada por uma colaboradora do time de Desenvolvimento Responsável e cadastrada na plataforma de inovação aberta da empresa, onde ideias podem ser enviadas a qualquer momento por colaboradores independente da área onde atuam, e colocadas em prática após pesquisas de mercado e de uma análise de viabilidade técnica.

Rodrigo Spillere, diretor de Inovação da companhia, explica que esse tipo de iniciativa está diretamente alinhada ao DNA da empresa, que é possibilitar às pessoas um lar mais saudável e confortável, o que inevitavelmente passa por investir em ações sociais e ambientais e pelo compromisso que uma empresa contemporânea como a LEROY MERLIN deve ter em liderar ações que tornem o mundo um lugar melhor.

“Uma peça artesanal tem um valor agregado muito maior, uma vez que é exclusiva, pois nenhuma será igual a outra. Mas o principal diferencial dos produtos selecionados pelo Projeto Origens está no impacto que isso gera para economia local. Inovar não é só pensar nas evoluções tecnológicas, mas também em um futuro centrado nas pessoas e no mundo que as cerca”, explica Rodrigo.

A iniciativa também está relacionada à estratégia ESG We Make It Positive, criada pelo Grupo ADEO, holding da qual a LEROY MERLIN faz parte, uma vez que a venda desses produtos oferece visibilidade, apoio e geração de renda a pequenos artesãos e artistas populares brasileiros. No caso do Projeto Origens, a iniciativa já conta com sete pequenos lojistas que entrarão no pool de sellers da venda online da empresa: Anesso, Borogodó, Canoa, Fuchic, Galeria Ponto das Artes, Paiol e Retrobel.

De acordo com Andressa Borba, diretora de Desenvolvimento Responsável da LEROY MERLIN, esse projeto foi desenvolvido para ir muito além da venda final de um produto – um dos principais objetivos do grupo envolvido na iniciativa é auxiliar na capacitação dessas pessoas para que elas se tornem empreendedoras preparadas e independentes financeiramente. “A companhia sempre valorizou o desenvolvimento local, especialmente projetos que deem visibilidade para a cultura e a arte brasileiras e, por meio deles, queremos ajudar os artistas em todas as etapas do processo, desde categorização e curadoria dos produtos, produção de fotos até as estratégias de venda no meio digital”, explica.

O principal objetivo do projeto é expandir a arte e cultura popular brasileira, fomentar o trabalho de pequenos produtores e a inclusão destas comunidades produtoras de artesanato no mercado. “Os lojistas estiveram em contato direto com nossos times durante todo o processo de estruturação do projeto Origens, onde pudemos dar instruções e orientações vindas diretamente do nosso time comercial, além da realização de treinamentos para utilizarem a plataforma de cadastro de produtos para conseguirem obter bons resultados nas vendas”, finaliza Andressa.

Produtos com história

Dentre os produtos, destacam-se objetos em materiais naturais como cerâmica, madeira, palha, tecido e sementes, em pequenos mobiliários, luminárias, cestaria, bandejas, mesa de ladrilho, entre outros. O projeto contará com itens que virão de comunidades das mais diversas regiões do país como Caruaru-PE, Juazeiro do Norte-CE, Teresina-PI, Divinópolis-MG e Taubaté-SP, incluindo a arte indígena das etnias Yanomami, Baniwa, Pataxó e Ticuna, por exemplo. O valor dos objetos varia entre R$ 50,00 e R$ 1.125,00.

A CANOA, por exemplo, é uma das parceiras do projeto Origens. Ao longo de 20 anos teceu uma rede formada hoje por mais de 40 etnias, diversos parceiros, associações e instituições indígenas, dentre eles os povos Guaranis, Mehinakos, Yanomamis, Pataxós, Assurinis, Barés e Karajás, presentes no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Amazonas e Bahia.

Cada produto é único e representa um fragmento da história de um país pluricultural, por isso a LEROY MERLIN desenvolveu uma página exclusiva no seu site onde trará a narrativa por trás dos artistas e artesãos parceiros e de cada peça vendida, assim como os valores e informações técnicas dos produtos, como a composição de materiais e dimensões. Aos que se encaixam no propósito do projeto Origens e tem interesse em fazer parte desta rede, todas as informações também são compartilhadas na página dedicada, explicando os critérios e regras para poder ser um seller da LEROY MERLIN.

Fonte: Da Redação/assessoria/Leroy Merlin