A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), juntamente com a Brain Inteligência Estratégica, divulgou, recentemente, um levantamento sobre os aspectos que os consumidores levam em consideração na hora de escolher um imóvel para compra.

A pesquisa revelou que o fator que mais influencia é a localização. João Ximenes Fiuza, Diretor Comercial e de Novos Negócios do Grupo Diagonal, comenta que o direcionamento ao comprador deve ser um diferencial para assertividade na hora da aquisição.

“Quem dita o mercado é o cliente e comprovamos, dia após dia, o quanto a exigência do consumidor cresceu. Enquanto ponte entre as pessoas e seu sonho de moradia, é nosso dever entregarmos obras que atendam essas expectativas”, cita João X. Fiuza.

A pesquisa “Jornada de Compra do Imóvel” ouviu pessoas que compraram imóveis em 2021 e o bairro onde o imóvel está foi apontado no topo das motivações de compra de 60% delas – os serviços mais procurados por esses compradores são os supermercados, citado por 40% dos que priorizam localização, seguido das farmácias, preferência de 28%. O segundo critério de escolha, visado por 19% do total dos proprietários, foi o valor.

Para o especialista, a pandemia mudou os desejos do cliente com relação ao imóvel desejado. “Com a consolidação do home office, as pessoas começaram a passar mais tempo em casa e estão ainda mais exigentes com as opções de lazer e conforto acessíveis, escolhendo com critério a região para priorizar serviços próximos”, analisa.

Em relação às opções além da moradia que os imóveis oferecem, 66% das pessoas ouvidas falaram que estariam dispostos a pagar mais para ter energia solar; 47% para ter academia; 45% para ter churrasqueira na varanda; 40% para ter piscina; e 32% pagariam a mais para ter playground e espaço pet. “A pesquisa é muito importante para nós do setor, porque nos dá um panorama das tendências do mercado, fazendo com que nossos empreendimentos estejam sempre atualizados”, reflete o diretor do Grupo Diagonal.

Além disso, o estudo observou que, para 80% dos entrevistados, o local onde se mora influencia diretamente na qualidade de vida. “A moradia não é mais um espaço que se vai apenas para dormir e descansar, é onde você quer estar com sua família, criar momentos, isso justifica as pessoas estarem dispostas a pagar mais pela qualidade de vida que o empreendimento proporciona. Já estávamos atentos a essa tendência”, finaliza João.

Fonte: Da Redação/Assessoria/Abrainc