Muitas pessoas ficam surpresas com o resultado do revestimento vinílico aplicado na parede, teto ou piso. Algumas tocam para ter a certeza de que não se trata da madeira. Isso é possível graças a um processo de produção moderno, onde cada linha é produzida a partir de imagens reais utilizadas no filme impresso que reproduz com perfeição padrões de madeiras, pedras, mármores, porcelanato ou qualquer outra textura desejada.

Projetos da Morar Mais Rio 2020 de Jenefer Almeida e de Ana Santana e Christine Quintas

Além deste filme, os revestimentos vinílicos da ePiso são texturizados em alto relevo. O acabamento é feito com uma estampa de alta pressão. Esta técnica adéqua o material às características da madeira e também proporciona sensibilidade ao toque. Essa percepção acontece graças aos diferentes tipos de texturas dos pisos: Deep Emboss, Crystal Emboss, Hand Scrapped e Wood Emboss.

Padrão Belo Horizonte (Deep Emboss) e Brasília (Hand Scrapped) da linha Wood Planks – imagem macro

Padrões Curitiba (Hand Scrapped) e Florianópolis (Wood Emboss ) em imagem macro

Outro elemento que contribui para o efeito natural do revestimento vinílico é o fato de que os desenhos das réguas de um mesmo padrão são diferentes, muitas vezes com tonalidades diferentes. “Isso é intencional e é o que faz parecer madeira natural. Na natureza não há réguas absolutamente iguais. Por isso há esta variação de tonalidade e desenho, inclusive de lote para lote”, explica Ilan Tiktin, diretor da ePiso.

A empresa recomenda, inclusive, antes da instalação, misturar as réguas de várias caixas para minimizar variações de tonalidades e evitar desenhos repetitivos. Com isso o efeito natural será ainda mais acentuado.

Projeto de Nilton Montarroyos para a Morar Mais Rio 2020

ePiso

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Fonte: Da Redação/Assessoria/ePiso